sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Êh lêrê!!!! Relaxem galera, eu to vivo!
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sábado, 7 de maio de 2011
Poesia (Homenagem dia das Mães)
Poesia de minha vó, Regina, minha mãe, minha educadora, meu primeiro ventre.
Mãe Em Potencial
Mãe Em Potencial
A minh'alma já está pronta.
Aquecida pelo amor qe brota do meu ser,
Aguardando aquele que virá um dia
E será vida da minha vida.
Sei que por ele muito sofrerei,
Como minha mãe sofre por mim e pelos outros filhos,
Impotentes que somos ante as agressões da vida.
Realizada, porém, ficarei como árvore que floresce e frutifica.
Embora jamais possa interferir no destino de suas sementes.
O meu corpo, como um ninho, também está pronto.
Ele que anseia abrigar um pequenino ser,
Aquele que carinhosamente alimentarei com meu leite,
E será para mim um Deus-Menino.
Regina N. Dourado
Minha homenagem a todas as mães do mundo, inclusive as minhas, Suely, Isabel e Regina. Amor eterno!
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Poesia
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Peixe Frito (Vermelho)
Rapaz, vocês podem até me xingar, por ser uma coisa simples, mas é uma das coisas que mais aprecio no mundo, só quem mora em cidade que tenha rio ou mar sabe dar o verdadeiro valor a esse prato. Aprendi a gostar com meu pai, que por sinal é um dos maiores apreciadores de peixe que conheço, frito, assado, cozido, moqueca, não importa, é peixe ele ta feliz da vida. Eu tbm gosto muito, mas minha preferência mesmo é o frito, e simples, nada demais, só na farinha de mandioca, ou conhecida em outros lugares como farinha de guerra. Um prato fácil, simples e rápido de fazer. Espero que curtam.
Peixe Frito (Vermelho)
Ingredientes:
1 Vermelho inteiro já tratado e sem escamas.
2 Limões
Sal a gosto
Pimenta Branca moída a gosto
500 Gr. de farinha
Óleo para fritar
Modo de Preparo:
1º - Pegue o peixe, lave bem, retire algumas escamas que possam ter ficado e viceras.
2º - Pegue os limões e esprema sobre todo o peixe espalhando bem em toda sua superfície.
3º - Tempere com a pimenta e o sal, eu ponho pouca pimenta para conservar bem o sabor do peixe.
4º - Empane com a farinha e tenha certeza de que cobriu o peixe por completo.
5º - Coloque uma frigideira, que de preferencia pegue todo o peixe de uma vez só, para esquentar com mais ou menos óleo suficiente para mergulhar um pouco do peixe, deixe até dourar e vire o lado e faça o mesmo, sirva imediantamente.
Acompanhamentos: Arroz branco, feijão verde e vinagrete.
Até a próxima receita amigos, abraços.
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Poesia
Bom, para muitos que não sabem sou neto de uma grande poetisa e trovadora, Regina Nascimento Dourado, minha vó falecida a mais de 1 ano. Vasculhando minha estante atrás de uma inspiração para escrever achei o livro dela de poesias e trovas, então resolvi criar aqui uma seção intitulada "Poesia" para transcrever alguns de seus poemas e trovas, espero que gostem e que desfrutem dessa mesma emoção que sinto sempre ao ler algo que minha vó escreveu, ela era uma pessoa marivolhosa.
Vovó e eu
Lição de Vida
Durantes o viver no mundo,
De todos todos precisam.
Do servo ao Rei meu Senhor.
O Rei se serve do campo,
Mas não semeia nem colhe.
Se não fossem os servos seus,
Senhor ele não seria
Pra sustentar sua grandeza
Não lhe basta a realeza.
O servo do rei depende
Pois nobre ele não é
Nos conceitos deste mundo.
De dinheiro ele precisa
O corpo dele precisa
Heis uma lição de vida:
Quando forem convencidos
Do valor desta verdade,
Haverá na terra paz,
Amor, justiça eqüidade...
Regina N. Dourado
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Poesia
terça-feira, 12 de abril de 2011
Brigadeiro Caramelizado
OK! Me rendi aos pedidos. Muitos estavam me crucificando pois não tem muitas receitas de doces aqui, muitas não, acho eu que nenhuma, nem lembro bem. Tem uma explicação muito lógica e cabível para isso, eu não sou muito bom com doces, por isso nunca me prestei ao trabalho de colocá-los aqui. Já minha irmã sim, tem uma mão perfeita para eles, faz um torta de chocolate branco com maracujá que é uma loucura, mas ai é receita pra outra ocasião. Hoje estarei redigindo uma receita de brigadeiro muito boa que aprendi a uns tempos atrás, é fácil e até "bestinha" mas vale a pena pra aquele fim de semana frio com sua namoradinha vendo um filminho. Momento cultura. Alguém sabe por quê o brigadeiro se chama assim??? AHÁÁÁÁ, eu sei!!! A muito tempo atrás, um famoso militar da marinha foi entrevistado e perguntado qual era o seu doce preferido, ele falou que era aquele doce de chocolate com leite, ai nisso foi ficando como o doce do brigadeiro, quando era pedido, falavam, faz ai o doce do brigadeiro, ai com o passar do tempo ficou só brigadeiro. Tão vendo, Pepeu também é cultura. ^^
Brigadeiro Caramelizado
Ingredientes do Brigadeiro:
1 Lata de leite condensado
3 Colheres de chocolate em pó
1 Colher de sopa de manteiga
Manteiga para untar
Caramelo:
2 Xícaras de chá de açúcar
1 Colher de sopa de vinagre
1 Xícara de chá de água
Modo de Preparo do Brigadeiro:
1ª - Em uma panela, junte o leite condensado, o chocolate em pó e a manteiga.
2ª - Leve ao fogo baixo, mexendo sempre até que a massa se desprenda do fundo da panela.
3ª - Coloque o brigadeiro em um prato untado até esfriar.
4ª - Unte as mãos e faça bolinhas com pequenas porções de massa
5ª - Leve ao freezer até ficarem firmes.
Modo de Preparo do Caramelo:
1ª - Em uma panela, coloque o açúcar, a água e o vinagre.
2ª - Leve ao fogo médio, sem mexer e deixe ferver até obter uma calda em ponto de bala dura.
3ª - Retire os brigadeiros do freezer e passe-os na calda com ajuda de algum utensílio pois a calda estará muito quente.
4ª - Deixe esfriar sobre uma superfície untada com manteiga.
5ª - Volte para o freezer só para esfriar e estam prontos.
Até a próxima receita amigos, abraços.
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Quiche de Camarão
A muito minha queridíssima cunhada Babí, me pediu uma receita de forno, e não só ela como alguns amigos também se juntaram no coro, como eu dei uma parada e estou retornando agora e não esqueço dos pedidos que foram feitos, aqui está, espero que gostem, é super simples, rápida e fácil de se fazer.
Quiche de Camarão
Ingredientes da Massa:
500 Gr. de farinha de trigo peneirada.
200 Gr. de manteiga.
1 Caixinha de 200 ml. de creme de leite.
1 Colher de chá de sal.
Ingredientes do Recheio:
1,5 Kg de camarão
1 Litro de leite
2 Colheres de sopa cheia de farinha de trigo
150 Gr. de manteiga
2 Cebolas médias raladas
2 Colheres de azeite de oliva
1 Pote de requeijão cremoso
1 caixinha ou lata, de creme de leite
1 Colher de sopa cheia de orégano
1 Colher de sopa cheia de noz moscada ralada
1 Tablete de caldo de camarão ou frango, se não der corrija no sal
Sal a gosto
Pimenta Branca moída a gosto
Queijo parmesão em barra ralado
Modo de Preparo da massa:
1ª - Pegue uma vasilha e coloque a farinha, peneirando, a manteiga e o sal, misture bem e faça uma farofa.
2ª - Depois vá jogando o creme de leite até da o ponto de massa de modelar, massa homogênea que solte da mão.
3ª - Abra em uma forma, de preferência as que soltam o fundo e deixe descansar.
Modo de Preparo do recheio:
1ª - Pegue os camarões, lave bem, limpe e corte a borboleta, quem não souber clica no link que vai para minha explicação de como fazer. Logo após isso, tempere com sal e a pimenta branca, reserve.
2ª - Pegue a cebola, rale bem, coloque numa panela com a manteiga e o azeite e deixe fritar.
3ª - Quando começar a querer dourar, a cebola, jogue a farinha de trigo, peneirando, mexendo bem para não empelotar, deixe fritar para sair um pouco do gosto da farinha. Cuidado pois se fritar e escurecer a farinha vai ficar com gosto de queimado.
4ª - Abaixe o fogo e jogue o litro de leite de veze mexendo rapidamente, com a colher ou com um fuê.
5ª - Com o fogo ainda baixo e depois de ter mexido e não haver pelotas ou bolinhas, jogue o requeijão, o orégano, a nos moscada e o tablete de caldo.
6ª - Aumente um pouco o fogo e deixe ferver, prove o sal e veja e consistência, tem que ficar grosso, para quando colocar na massa e for cortar não ficar mole. Se achar que esta muito mole faça um mistura de farinha com manteiga e jogue no molho.
7ª - Jogue os camarões e deixe exatamente de 2 a 3 minutos, não mais que isso e desligue. Jogue o creme de leite.
Finalização:
1ª - Coloque a massa no forno médio, já pré-aquecido, para dar uma pré assada.
2ª - Retire, jogue o recheio, o queijo por cima e volte ao forno para gratinar, desligue quando estiver dourado, Sirva imediatamente.
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SIM, eu sou Vascaíno.............
Acabei de assistir a mais um emocionante e espetacular jogo do Club de Regatas Vasco da Gama [C.R.V.G], e, com isso, garantimos nossa classificação para a próxima fase da Copa do Brasil, os Flamenguistas, Botafoguenses e Fluminenses que me perdoem, mas para mim o Vasco tem a mais bela história do futebol Brasileiro. Vou começar contando como essa paixão por esse belíssimo time começou. Lá nos meados de 1955 ou 1956, a família de minha mãe, ela então com 1 ou 2 anos, vieram para um passeio em Salvador, nisso, no mesmo hotel onde estavam hospedados, estava o time do Vasco com o então zagueiro, que também atuou pela seleção Brasileira, Bellini, e ao que chegou aos meus ouvidos foi que Bellini carregou minha mãe no colo. Minha vó, que já tinha uma certa afeição pelo time, depois disso se apaixonou mais ainda; fazendo assim toda a família ser Vascaínos fieis. Bem em homenagem a essa vitória e a esse belo time, estarei aqui descrevendo o que não poderia deixar de ser uma boa e velha receita Portuguesa, e nada mais nada menos do que de bacalhau!!!
Bacalhau ao Forno
Ingredientes:
1kg de filé de bacalhau
Pimenta
1 cebola grande
2 dentes de alho
½ folha de louro
Salsa e cebolinha a gosto
3 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de cebola ralada
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
6 xícaras (chá) de leite
Noz moscada ralada
1 caixa de queijo fundido
1 xícara (chá) de queijo ralado
Farinha de rosca
Pimenta
1 cebola grande
2 dentes de alho
½ folha de louro
Salsa e cebolinha a gosto
3 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de cebola ralada
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
6 xícaras (chá) de leite
Noz moscada ralada
1 caixa de queijo fundido
1 xícara (chá) de queijo ralado
Farinha de rosca
Modo de Preparo:
1ª - Coloque o bacalhau de molho em água fria na véspera. Troque a água algumas vezes.
2ª - No dia seguinte, coloque em uma panela e cubra com água fria, tempere com pimenta, cebola em rodelas, alho, louro, salsa e cebolinha.
3ª - Leve ao fogo em chama baixa, sem ferver, por meia hora. Deixe esfriar na própria água. Escorra bem, retire as espinhas e desfie em lascas grossas.
4ª - Ponha em um refratário untado e cubra com o seguinte molho: derreta duas colheres de manteiga e doure a cebola ralada, polvilhe com farinha de trigo e misture bem.
5ª - Adicione, aos poucos, o leite fervendo. Bata até ficar cremoso, coloque a pimenta a gosto e a noz moscada. Retire do fogo e deixe esfriar.
6ª - Cubra o bacalhau com fatias de queijo fundido. Misture a xícara de queijo ralado ao molho que está esfriando. Coloque o molho sobre o bacalhau, polvilhe mais um pouco de queijo ralado e farinha de rosca. Gratine em forno quente por 15 a 20 minutos. Sirva bem quente
Acompanhamento: Arroz e uma salada de legumes.
Até a próxima receita amigos, abraços.
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Estou voltando.....
Pessoal, peço mil desculpas a todos aqueles que acessam minha página e vêem que não a atualizações, estou com minha vida muito corrida, mas prometo que estou voltando, já dei agora uma repaginada no visual, gostaria muito de agradecer minha cunhada pernambucana Babi pela ajuda, ela é designer gráfica e vou colocar abaixo o site dos trabalhos dela para quem quiser conhecer melhor e até usufruir das suas habilidades. Bem é isso, estou voltando...
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Livro
Para todos os bons apreciadores de um excelente livro de boa cozinha, recomendo o livro "Quero Comer" da minha queridíssima tia, Regina Maria Dourado, receitas caseiras, sofisticadas, mas com o mais importante, com muito amor e carinho em cada uma delas. Espero que gostem. ; )
Editora: Ediouro
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Acarajé ameaçado?
De sua escola de gastronomia, em Salvador, o polêmico (e pessimista) chef Rafael Sessenta avisa: “A cozinha baiana está se perdendo”
POR LETICIA ROCHA
FOTOS GUILHERME ANDRADE
A comida baiana é condimentada. Nada é levinho, nada é tão suave que não se note. Por isso mesmo, muita gente ainda tem medo. Diz que ela é forte e coisa e tal. Mas intervenções sutis, como um pouco menos de dendê aqui, um Arborio ali, podem torná-la viável em qualquer lugar do planeta. E olha que quem diz isso é Rafael Sessenta, um chef soteropolitano, de 62 anos – 50 deles vividos na cozinha. Em meio século, ele reuniu histórias pessoais e profissionais que lhe dão suporte para enxergar a quantas anda a Bahia, apontar rumos e, consequentemente, lidar com as polêmicas que cria com suas opiniões.
“Nossa comida é fruto de mais de 500 anos de história e, no decorrer desse tempo, não sofreu grandes alterações”, diz Rafael, feroz defensor de suas raízes, mas consciente de que é preciso ficar antenado com as mudanças. “A gastronomia vive dias de globalização. Só baiano conhece comida baiana, e olhe lá!” Rafael se desprende de todo bairrismo e abre o jogo: “Até entre os baianos, a tradição está se perdendo”. Certo dia o chef ficou com os nervos à flor da pele. Foi convidado para um jantar na casa de amigos, que receberiam visitas de São Paulo. “Serviram fondue, em Salvador. Aonde isso vai parar?”, reclama. “Claro, não temos de comer só comida baiana, mas, quando tem gente de fora, é a chance de mostrar o que é nosso.” Sua sugestão para um jantar assim? Arroz de hauçá, uma receita que mostra bem o que é a comida de casa. Rafael lembra de um restaurante da cidade com o nome desse prato, mas que não servia o tal arroz. Um detalhe, mas que tira o chef do sério.
Quer saber o que mais irrita Rafael? Acarajé servido de tudo quanto é jeito. Para o chef, o bolinho, feito de feijão-fradinho, depois frito, só leva camarão seco e molho de pimenta, com dendê. “Você vê acarajé com vatapá, caruru, vinagrete, óleo de soja, só falta colocar ketchup e mostarda”, afirma, em nome de um acarajé correto e bem feito, sem deixar a tradição se perder.
E para quem diz que comida baiana é pesada demais para ser alta gastronomia, a lição do chef: é preciso arriscar. O arroz de hauçá, originalmente era oferenda aos orixás, por isso não levava nada de temperos. Era apenas cozido em muita água até passar do ponto, ficar meio “papa”. Aqui entra a solução: usar o arroz Arborio, que, ao liberar mais amido, alcança a consistência desejada e ganha em sabor.
Rafael também sonha em mostrar que na Bahia não se vive só de leite de coco e dendê. “Esses são ingredientes típicos da cozinha do Recôncavo, mas tem o bode da caatinga, os caldinhos da litorânea e os pratos com banana da Chapada”, diz o chef, que anda a mil com o segundo livro, previamente batizado Dobradinha. Ainda em fase de produção, já reuniu 180 receitas nessa toada de preservar o que é para preservar, e inovar no que é preciso.
Há ainda as mudanças necessárias para torná-la executável nos quatro cantos do mundo. “Lambreta é um marisco pequenino, que só tem em águas por essas bandas. A pessoa não pode deixar de fazer por estar no Rio de Janeiro ou na Itália”, afirma. Aí entra a interferência do chef, que, depois de uns testes para o livro, sugere prepará-la com vôngole. Figurinha popular, Rafael apresenta um programa de TV diário numa emissora regional e mais dois em duas rádios locais. É proprietário de uma escola de cozinha e ali consegue praticar a veia do administrador, sua formação, e a do cozinheiro, a vocação que descobriu criança.
Ele tinha 12 anos quando trocava as brincadeiras por bisbilhotar o pai no fogão de casa. Ele ainda é habitué de um festival gastronômico na Itália que, anualmente, leva pitadas baianas ao País da Bota. Um de seus próximos desafios é desembarcar em Cuba, para um evento de gastronomia brasileira, onde quer provar que Havana e Salvador são cidades irmãs. “Vejo sintonia de sabores, cores, ritmos.”
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sábado, 16 de outubro de 2010
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